27 de Setembro de 2010, uma segunda-feira, fui assistir o filme Nosso Lar.
Sentei na fileira J, poltrona nº 10 e ali me recostei para viajar, uma vez que li o livro há muito tempo atrás e até já participei de um estudo sobre esse tema.
Tudo bem, o filme iniciou e lá pelas tantas quando André pega um meio de transporte panorâmico com seu jovem instrutor, lembrei de algumas passagens de visitas espirituais nas sessões que meus pacientes já tiveram comigo.
O que me chamou a atenção foi o meio de transporte moderno que usaram no filme.
Esse tipo de transporte normalmente é usado para deslocamento interno em cidades de planetas mais modernos do que a Terra – Eu sei disso porque já estive conscientemente em alguns deles.
Lembrei que uma vez atendendo uma paciente em minha casa, ela recebeu uma visita espiritual das colônias e o ônibus que a trouxe estacionou em frente da minha casa e “vi” outras pessoas dentro dele esperando a visita terminar no assunto que veio tratar.
O ônibus tinha motorista, não era por controle remoto.
E o espírito que vinha fazer visita era trazido por um enfermeiro negro, vestido de branco com quase dois metros de altura e o que chamava a minha atenção nele eram seus olhos esbugalhados.
Mais um detalhe: o ônibus era um modelo antigo e tinha janelas que estavam abertas, não é como agora, que as janelas não abrem e no interior tem ar condicionado.
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