11 JanInterstellar

Interstellar_Filme

Estava em São Paulo na residência de uma amiga e senti uma forte vontade de assistir um filme no cinema. Informei à ela que precisava assistir um filme, não sabia qual era, mas precisava ir.

– Então vou olhar o que está passando no Shopping Anália Franco, respondeu.

Senti que não dava tempo e perguntei:– Acho que não vai dar tempo para uma averiguação, podemos ir direto e almoçar lá?

– Sim! Respondeu.

Eram 11 horas! Pegamos o ônibus elétrico que eu gosto muito de andar e logo estávamos em frente aos cartazes dos filmes. Quando vi a foto do filme Interstellar senti na hora um encontro dentro de São Paulo com os seres interstelares do Roncador.

No dia anterior eu tinha chegado do Roncador (Goiás, Brasil) com um grupo. Eu fiz com eles o quarto maior portal do mundo e o circuito das cachoeiras.

Eram 12h30 e o filme iniciava às 13h. Não dava tempo sequer de fazer um almoço calmo e tranquilo. Tudo isso porque as 20h eu pegava o ônibus de volta para o Sul. Levantamos muito cedo e já estávamos com fome. Minha amiga sugeriu um rápido almoço japonês naquela segunda-feira. Comemos às pressas e já corremos para a sala de número 1 para assistir o filme.

A sala estava praticamente vazia e ocupamos as poltronas de número 13 e 14. De repente perto do painel da tela onde é projetado o filme saiu da parede do lado direito um ser vestido com a roupa de astronauta, igual ao cartaz do filme. Ele se deslocou até o outro lado do painel, sempre olhando um por um, o público presente, parecendo procurar alguém!

Logo na sequência saiu pela parede, desaparecendo. Comentei com minha amiga o que tinha visto e ela respondeu: – O que será que está acontecendo para ele estar numa sala de cinema no miolo de São Paulo?

– Não faço a mínima ideia! Respondi.

De repente o som alto das propagandas invadiram a sala e eu quase caí da poltrona de susto. Técnica usada para o público ficar em silêncio!

Esqueci do astronauta e o filme se iniciou. Atenta no desenrolar da história do fantasma que a filha falava pro pai, vi o astronauta subindo pela minha esquerda as escadas na sala do cinema. Fiquei olhando para os movimentos dele. Subia numa única passada degrau por degrau mas eu não queria perder a história do filme e rápido decidi: deixa ele pra lá e assiste o filme!

Virei meu rosto para a tela e entrei no som dos personagens. Quando o artista principal está entrando no buraco de minhoca e o barulho da trepidação da nave foi ao máximo, senti alguém tocar no meu ombro esquerdo, me chamando!

Meu coração foi até a boca! Pensei que eram os moços que estavam sentados atrás de nós pedindo silêncio, porque minha amiga tem mania de falar alto durante o filme.

Mas não era!

Olá, Mara! Era o astronauta. Sentou na ponta da poltrona na fileira de trás, em diagonal.

– Olá! Respondi – O que estais fazendo aqui numa sala de cinema no miolo da cidade de São Paulo? Perguntei e continuei falando – Acabei de chegar do Roncador! E umas amigas histéricas em ver extraterrestres e espaçonaves me fizeram ir no Arco da Pedra, 75 quilômetros de onde estávamos, tarde da noite, com chuva forte, com uma única e pequena lanterna. Tive que ir junto porque o grupo estava sob minha responsabilidade! Para chegar lá, os extraterrestres estarem presentes mas não aparecerem fisicamente. Recebemos um enorme sabão, eu só traduzi um pouco porque fiquei com vergonha da pobreza de espírito que os humanos carregam!

– Situações diferentes. Respondeu – Faço parte do pacote do filme!

– Como? Perguntei.

– Vamos junto com o filme em todas as salas, em todos os países do planeta! Iniciamos efetuando um processo de cura nas pessoas que estão assistindo o filme ou circulando no ambiente. Somos terapeutas mais especializados e treinados para um nível planetário que ainda não está entendendo essa nova energia de quinta dimensão que a terra se encontra.

– Você está me dizendo que a administração planetária está atuando subliminarmente também? Não só no foco principal da cultura religiosa?

– Sim! Respondeu.

– Já sei que Steven Spielberg é um ser evoluído e que encarnou neste planeta dual para mostrar para a terra que Deus existe também em outros planetas. Que extraterrestre de luz existem e que eles vem de outros planetas muito mais evoluídos para mostrarem ética, amizade, trabalho de equipe, alegria, saúde e tantas outras coisas. Eles vem mostrar para esse coletivo ignorante que precisam evoluir!

– Assim como você no seu trabalho. Respondeu rápido, interrompendo.

– Porque esse buraco de minhoca… Continuei. – Eu passo por ele fora do corpo, há muito tempo. E em outras vidas eu fui motorista de espaçonave de carga. Objetos sem asas que hoje eu vendo os mais novos, como eram antigas aquelas que eu dirigia. Nas passagens nos buracos de minhocas eu tinha que passar sem relar na fuselagem para não danificar. Eram objetos voadores de carga. Eu descia os buracos com o maior cuidado, sabia de cor e salteado. Tinham passagens com energias mais densas e essa energia era quase matéria, para não arrancar os pedaços da nave e depois não receber uma bronca do chefe, dirigia em baixa velocidade. Até hoje amo dirigir e dirijo bem! A diferença é que hoje estou encarnada num planeta onde o máximo da modernidade na linha automobilística é dirigir um veículo que ainda precisa de rodas para rodar na crosta terrestre. Ou aviões que voam precisando de asas. Um coletivo com pouca visão de horizonte! Está sendo bem difícil dentro do meu trabalho, fazer com que os pacientes entendam que se estiverem sentados na minha frente, sem eu falar nada, eles estarão sendo atendidos da mesma forma. Com energia e seres de altíssima envergadura. Eu não preciso descrever nos mínimos detalhes o trabalho dos seres que atendem minha agenda. Aliás, a agenda nem é minha! Os Arcanjos mandam e eu obedeço! São eles que mandam e desmandam. O paciente nem precisa contar a sua história, é só sentar, fechar os olhos e pronto! O coletivo ainda está fazendo uma análise de custo – tempo – com efeito imediato para os seus problemas que inicialmente sempre é o dinheiro. Depois vem doença física, perda de entes queridos e repetições de situações e pessoas ruins.

– É mesmo muito difícil estar no combate da linha de frente como é o seu trabalho. Respondeu. – Do tio Spielberg é a mesma coisa.

– A diferença, meu amigo astronauta, é que o tio Spielberg está na boca do luxo e eu na boca lixo. Querendo ou não os encarnados de melhor evolução, nascem, são chamados, transferidos para o norte. Para países onde a LUZ consegue ancorar com mais eficiência, mantendo-se. Coletivo com pouca evolução tem como mentores as trevas. Trevosos é sinônimo de TRAVA!

– Tô fora. Respondi.

Concordou comigo acenando a cabeça e dando um profundo suspiro!

– Nem vou perguntar de que planeta evoluído você é mas afirmo que estou muito feliz em saber deste projeto. Mais uma ajuda! Os pacientes da sala de cinema estão à disposição de vocês por três horas, sem atraso, sem desculpa do transito, sem reclamação do preço, e também sem participarem de um papo e nova amizade como está sendo a nossa.

Deu uma risada e tocou no meu ombro concordando.

– Estou perdendo a história do filme, vou ter alugar quando sair em disco e assistir novamente. Estais convidado para ir até minha casa e no Vale Encantado para conversarmos mais.

– Irei. Obrigado! Respondeu imediatamente, sem hesitar.

– Tenho muita admiração pelo tio Spielberg. É o tio que gostaria de ter para conversar sobre minhas viagens conscientes fora do corpo e os diversos seres extras e intras que tive a grata satisfação de encontrar e aprender muito.

– Tio Spielberg é um cara e tanto! Respondeu com convicção.

Tocou novamente no meu ombro e disse: – Tchau! Nos encontramos na sua casa.

Levantou e saiu.

Acabei de assistir o filme e fiquei encantada com a cena em que o pai está em outra dimensão atrás da prateleira dos livros, tentando passar uma comunicação para a filha. Aqueles riscos que aparecem acontece comigo também mas só no início e não existe a situação de flutuação que o artista mostra no filme. Eu fico normalmente e geralmente com a mesma roupa que o corpo físico está vestindo. O mais legal que o filme não mostra é que podemos conversar com nós mesmos, pedindo informações para o mesmo você que se encontra em uma dimensão mais adiantada que o corpo físico.

Ver e/ou conversar com você mesma em outras dimensões chama-se: nossas paralelas. Tem a ver com a gravidade que os cientistas 3D (três dimensões) do Planeta Terra ainda não descobriram.

Assistindo Interstellar entendi que o tio Spielberg está tendo contato com pessoas, seres, viagens astrais consciente seja o que for e está mostrando o que eu também vivo. E gostei também que ele está mostrando isso para o coletivo acordar e mais ainda recebendo em dólares e euros!

Muitos holofotes para o filme do tio Spielberg com estouro planetário de bilheterias!

Para encerrar o texto Interstellar, o astronauta apareceu em minha casa e me levou para viajar. Depois ajudou a escrever o que vocês estão lendo.

Boa viagem!

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